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Victoria Aveyard fala sobre o último livro de 'A rainha vermelha'

Por Porre de Livros •
22 de janeiro de 2018

A saga Rainha Vermelha chegará ao fim este ano com o lançamento de War Storm, 4º volume da série de Victoria Aveyard. O livro será lançado nos EUA em maio e a Editora Seguinte afirmou que fará o possível para lançá-lo simultaneamente aqui no Brasil (divulgaremos mais informações assim que possível!).  Enquanto você aguarda mais novidades sobre a menininha elétrica, leia a entrevista que a autora deu ao Entertainment Weekly:

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você está mais animada para os leitores descobrirem o que no último livro?
VICTORIA AVEYARD: Obviamente estou muito animada para compartilhar o ápice dessa história, e espero dar aos leitores um bom encerramento para a série A Rainha Vermelha. A história está fervendo, e quero que todos aproveitem o último volume conforme as coisas vão… explodindo.

Como você acha que a série evoluiu ao longo do tempo? E como você evoluiu enquanto escritora? 
Como em qualquer série, os livros expandiram muito em escala e escopo desde o primeiro volume. Os riscos são maiores, os sentimentos são mais profundos, o sofrimento e a alegria continuam a se intensificar. As peças de dominó foram alinhadas e WAR STORM contém 500 páginas de peças caindo. Quanto a mim, torço para que tenha melhorado minha escrita em todos os sentidos: personagens, enredo, construção de mundo e representatividade. Mas, como qualquer um, ainda tenho muitos quilômetros para percorrer, e nenhum final à vista.

Que aspectos de A Rainha Vermelha te dão mais orgulho?
Sinceramente, fico abismada apenas com o fato de os leitores gostarem da série e permitirem que eu os conduza por essa jornada. No fim das contas, meu objetivo é entreter, e saber que alguém pode passar algumas horas envolvido com algo que criei — e gostar da experiência — significa tudo pra mim.

Qual a sensação de terminar uma série tão grandiosa? Pode contar para nós o que sentiu quando terminou de escrever?
É uma mistura de alívio e medo, por vários motivos. Por um lado, é uma conquista enorme, mesmo que o último volume seja horrível (espero que não seja). É uma grande coisa de qualquer jeito. Por outro lado, claro, existe o medo de decepcionar o público que confia em você há três volumes. E o medo do desconhecido também. Tive a sorte de escrever uma série que conquistou leitores fiéis, e por mais que esteja animada de ir brincar em outros parquinhos, sempre existe o medo de que ninguém vai me acompanhar.

Existem referências escondidas para os seus leitores nesse último volume?
Ainda estou completamente mergulhada no rascunho para conseguir destacar alguma referência escondida, já que elas normalmente são incluídas mais tarde, ao longo da edição. Mas com certeza já existem algumas surpresinhas que eu espero que os leitores mais atentos consigam identificar. No geral são referências discretas, mas carinhosas a outras obras que eu amo.

As sugestões (ou desejos) dos fãs já influenciaram alguma parte da história? Se sim, o que foi? Nenhum acontecimento importante do enredo ou reviravolta surgiu por causa da influência dos fãs, sobretudo porque construo minhas histórias a partir de estruturas bem rígidas. Mas pequenas cenas sim. É sempre fascinante descobrir a que os leitores se apegam, e o autor só se dá conta bem mais tarde. A gente trabalha num nível macro, especialmente quando escrevemos uma série. É legal ver a repercussão do micro também. Os leitores parecem bem apegados ao brinco que Cal deu para Mare, que ainda vai aparecer por aí.

Quais são seus planos futuros? 
Criar novos mundos! Tenho muitas ideias, e o próximo passo é descobrir qual delas me atrai mais, e qual seria a melhor escolha para os próximos anos. É estranho (e um tanto assustador) pensar nos projetos em termos de anos. E não há garantias nesse mercado. Espero que o que eu fizer a seguir encontre seu público, mas mesmo se não encontrar, tem que ser alguma coisa que eu ame e na qual queira investir meu tempo.

O que você tem lido ultimamente? 
TRUTHWITCH, da Susan Dennard, traz uma construção de mundo que tem tudo a ver comigo. É tão bom que chega a ser intimidador. Acabei de terminar HIS MAJESTY’S DRAGON, da Naomi Novik, que adorei, e estou lendo CRAZY RICH ASIANS, do Kevin Kwan. Também consegui botar as mãos numa prova antecipada de THE CRUEL PRINCE, da Holly Black, e agora já estou impaciente esperando o próximo volume.

Via: Editora Seguinte

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