Critica | Poltergeist - O fenômeno

22:04 2 Comments A+ a-


O que falar de Poltergeist - O fenômeno? Uma coisa importante de salientar é que foi muita expectativa para pouco filme, ou seja, foi apenas um remake. Nada mais que isso. Na década de 80, Steven Spilberg, o grande, lançou um dos sucessos mais aterrorizantes da década e com certeza marcou a vida de muitos. Hoje, o produtor de O grito e A morte do demônio, Tobe Hooper, fez e lançou o remake, mas não foi O REMAKE. Infelizmente. Digamos que seja apenas um "suspense" com algumas pitadas de "humor". Então, sentem-se e preparem-se. Discordou? Comenta no final do post.


Na trama, acompanhamos a nova vida da família Bowen, pois com a mudança para a nova vizinhança e, consequentemente, para a nova casa, eles almejam melhorar suas condições financeiras. O problema era que eles não esperavam e nem imaginavam que a nova casa havia sido construída em cima de um antigo cemitério, ocasionando uma maldição que perseguirá toda a família, em especial Madison Bowen (Kennedi Clements), a garota mais jovem da família.


Madison Bowen (Kennedi Clements)

O remake não tem nenhuma relação com as críticas feita ao filme. Acho que se o filme for realmente bom, uma nova releitura é muito bem-vinda, mas, nesse caso, isso não aconteceu. Eu esperava muito, mas muito mais do filme e tenho certeza de que mais da metade das pessoas que foram ao cinema também esperavam por isso. Sabe o que faltou? Apenas uma coisa: terror de verdade. Isso não quer dizer que o filme tenha sido péssimo, porque não foi. Acho que seria um bom filme para ser visto da Sessão da tarde, sem muita expectativa.

Poltergeist possui muitos sustos previsíveis. Isso é bom? Sim. Mas com frequência? Não. Apesar de que em alguns momentos o susto era de fato assustador, como, por exemplo, o palhaço (foto abaixo). As piadas foram algo que achei bem irrelevantes e desnecessárias em alguns momentos, pois a filha estava perdida em outra dimensão, podendo desaparecer da vida do casal, mas, mesmo assim, eles não perdiam a oportunidade de fazer uma piada. Era mais ou menos assim: perco a filha, mas não perco a piada. Sem falar que as coisas aconteceram um pouco rápido, principalmente nos últimos momentos do filme.



Claro que não vou deixar de falar dos pontos positivos, né? É claro que houve algumas falhas, mas também teve vários acertos e um deles foi o efeito visual. Acertaram demais nesse aspecto. Devido ao sucesso na década de 80, é óbvio que os produtores e diretores gostariam de ter feito mais ou menos o mesmo sucesso do filme original, e, por isso, eles tentaram ser fiel ao roteiro original, pois seguiram a mesma história, trocaram apenas o nome da família e o médium, que agora é um homem. A fidelidade ao filme original é importante, principalmente para os jovens, pois muitos não chegaram a ver o filme anterior. No último aspecto, não sei se é positivo ou negativo, mas é um aspecto comprovado por quem ver o filme: Griffin Bowen (Kyli Catlett), único filho do casal Bowen, roubou a cena por dois motivos: por ser o primeiro a perceber que tinha algo estranho na nova casa e por sua coragem.

O filme não é ruim, mas não é excelente. Possui alguns sustos, momentos engraçados, que, aliás, acho desnecessário pelo gênero do filme, e caracterizo alguns momentos como uma espécie de comédia involuntária, mas passa um ótima mensagem fraternal.

Quase tinha esquecido de fazer uma pergunta: se, por um acaso, as suas TVs estiverem igual ou semelhante a foto abaixo, tenho um aviso: TOMEM CUIDADO!!! [Risos]


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2 Comentários
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Nós Leitoras
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29 de maio de 2015 23:33 delete

Olá
Concordo com sua crítica. O único momento em que me assustei mesmo foi na aparição do palhaço. Deixo ele como um filme médio mesmo podendo passar na sessão da tarde. Não foi excelente e nem ruim.

Bjos
Sá França
http://nosleitoras.com

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1 de junho de 2015 11:55 delete

Oi querida,
Então sabe que sou das antigas e vi esse filme original quando era criança e sim tinha muito medo dele. Desde que ouvi que eles iam fazer a releitura fiquei com o pé atrás, porque sei lá, acho dificil ser tão boa ou igual ao filme original, porque o original e o original e o que funcionava naquela epoca não precisava funcionar nessa. Enfim com sua resenha so fiquei mais cetica ainda e talvez assista sim...algum dia...se estiver passando na tv e eu não tiver mais nada para fazer...rsrs
Beijos
Raquel Machado
Leitura Kriativa
http://leiturakriativa.blogspot.com

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